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setembro26

Milho: Mercado brasileiro

É consenso entre os analistas de que os grandes compradores permanecem fora do mercado e se abastecem com o produto vindo da Argentina e Paraguai. Com isso, as negociações no mercado doméstico continuam lentas. Em Santa Catarina, por exemplo, a agroindústria tem se abastecido do produto importado.

 

 

“O milho importado chega aos produtores do estado com valor mais baixo, também em função da recente queda do dólar. Já a saca do grão trazida de Mato Grosso, chega ao agricultor catarinense com valor de R$ 45,00. Cenário que mantém os custos de produção elevados aos granjeiros”, disse o vice-presidente da Faesc (Federação de Agricultura e Pecuária de Santa Catarina), Enori Barbieri.

 

 

“Ainda precisamos acompanhar os números das exportações, que apesar de menores, ainda continuam acontecendo. Esse cenário irá refletir nos estoques de passagem e, consequentemente, ainda iremos iniciar o próximo ano com quadro apertado entre oferta e demanda”, reforça a analista de mercado da FCStone.

 

 

Outro fator que também tem tido a atenção dos participantes do mercado é o andamento da safra de verão. Ao contrário do que vinha acontecendo nos últimos anos, os produtores rurais voltaram a investir na semeadura do cereal na primeira safra motivados pelos preços recordes registrados no início desse ano.

 

 

Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas
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