Notícias da Cooperabaeté

Fique por dentro!

Você está aqui:

fevereiro12

Milho: No mercado interno brasileiro, preços permanecem sustentados e negócios estão travados

Após o feriado do Carnaval, as negociações foram retomadas no mercado doméstico brasileiro nesta quarta-feira (10). Porém, no Porto de Rio Grande, a saca do cereal fechou o dia a R$ 41,00 e em Paranaguá não houve referência. Enquanto isso, no mercado interno, as cotações permaneceram estáveis. As negociações seguem travadas e as cotações firmes, de acordo com o levantamento realizado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

 

Apesar do avanço da colheita do cereal, da primeira safra, o volume de grãos que chega ao mercado é pequeno e exerce pouca influência nos preços, conforme dados do centro. “Os preços do milho seguem em alta na maior parte das praças acompanhadas pelo Cepea. Compradores se interessam por negociar, mas a preços menores que os vigentes. Vendedores, no entanto, limitam suas ofertas acreditando que os preços podem aumentar ainda mais, mesmo com a colheita ganhando ritmo”, informou em nota.

 

Ainda assim, a perspectiva é que com a chegada do produto da safra de verão acalme o mercado interno. Além disso, há os leilões de venda dos estoques públicos da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), mais duas operações serão realizadas na próxima terça-feira (16). O volume total ofertado deverá ser de 150 mil toneladas, segundo informações divulgadas pela entidade.

 

Com isso, os especialistas ponderam que o mercado deve passar por um momento de calmaria nos próximos 70 dias. Em recente entrevista ao Notícias Agrícola, o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, disse que os preços do cereal podem se acomodar em patamares mais baixos, porém, novas oportunidades devem ocorrer no período de final de abril e maio, quando a oferta irá reduzir e as cotações poderão apresentar novas altas.

 

Por outro lado, também é consenso que a safrinha será o grande balizador de preços no médio e longo prazo. Em algumas regiões, como é o caso de Lucas do Rio Verde (MT), cerca de 40% da área destinada ao cereal já foi semeada até o momento, de acordo com o presidente do sindicato rural do município, Carlos Simon.

 

Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas
  • Posted by Cooperabaeté
  • 1 Tags
  • 0 Comments
COMMENTS